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Posto de recadastramento eleitoral no TCE-MS funciona até 22 de setembro

21/09/2017 Olga Mongenot Roberto Araújo

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul informa aos servidores e estagiários que ainda não fizeram o recadastramento biométrico para título eleitoral, que eles tem ate esta sexta-feira dia (22/09) para cumprir com essa exigência da Justiça Eleitoral.  O atendimento está disponível na sala 2 da Escola Superior de Controle Externo – ESCOEX, no horário das 12h às 18h. 

Esse serviço especial de recadastramento é resultado de uma parceria firmada entre a Corte de Contas e o Tribunal Regional Eleitoral.  “É uma parceria de grande valia, o apoio dado pelo presidente do TCE-MS, conselheiro Waldir Neves, em disponibilizar o local para a realização do recadastramento biométrico. Isso vai nos ajudar a trazer o eleitor, no caso os servidores e demais funcionários do Órgão, para que não fique de fora e realize o cadastro digital”, considerou Luciana Aguiar, Secretária de Tecnologia da Informação do TRE-MS.  

Luciana lembrou ainda: “Em 2015, estivemos aqui no TCE com um posto de cadastro e na época, atendemos 584 servidores, agora estaremos voltando para atender o restante do pessoal que ficou sem recadastrar”.         

No posto avançado, montado pela equipe técnica do TRE na ESCOEX, os atendentes colhem uma amostra da assinatura do eleitor que, posteriormente, será fotografado e por fim terá as suas impressões digitais capturadas. 

Para realizar o recadastramento, o servidor precisa apresentar cópias e originais de um documento com foto e ainda do comprovante de residência. De acordo com a Justiça Eleitoral, o recadastramento biométrico é o procedimento necessário e obrigatório para que a população vote já a partir das próximas eleições no ano que vem (2018). 

As urnas biométricas reconhecem o eleitor através de sua impressão digital, facilitando sua identificação e diminuindo o tempo gasto no dia da votação. A biometria é uma tecnologia que confere ainda mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação. O leitor biométrico acoplado à urna eletrônica deve confirmar a identidade de cada eleitor, comparando o dado fornecido (impressões digitais) com todo o banco de dados disponível. A medida vem para ampliar a segurança contra a fraude na identificação do votante, uma vez que cada pessoa tem impressões digitais únicas.