
O Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul participa, em Belo Horizonte, do II Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas (ENIATC), que reúne representantes de todo o País para debater o papel da tecnologia no fortalecimento do controle externo e na modernização da gestão pública.
Promovido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) e pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), o encontro tem como tema “Inteligência Artificial no Controle e na Governança Pública: entre a Regulação, a Ética e a Inovação”.
A programação contempla palestras, painéis e apresentação de estudos de caso que evidenciam soluções já implementadas pelos Tribunais de Contas com o uso da inteligência artificial, além de discussões sobre governança, regulação e os impactos das novas tecnologias na administração pública.
Participam do encontro, representando o TCE-MS, o conselheiro substituto Célio Lima de Oliveira, a diretora de controle externo Valéria Cominale, o diretor de serviços processuais Eduardo dos Santos Dionizio, o coordenador de gestão de dados, informação e inteligência artificial, Jonathan Aldori Alves de Oliveira e o procurador de contas substituto do MPC-MS, Joder Bessa e Silva.
Para o conselheiro substituto do TCE-MS, Célio Lima de Oliveira, que também coordena o grupo de Inteligência Artificial da Corte, o evento representa um marco importante para o sistema de controle.
“Hoje, a inteligência artificial já é uma realidade não só no nosso Tribunal, mas em todos os Tribunais de Contas. Viemos com o objetivo de aprender ainda mais sobre essa ferramenta, que tem se mostrado um facilitador relevante tanto na gestão quanto nas atividades de controle. Eventos como este proporcionam uma troca de experiências muito rica, com apresentação de soluções já adotadas por outros Tribunais, o que certamente contribuirá para o fortalecimento do nosso trabalho”, destacou.
O II ENIATC também promove o diálogo entre instituições públicas, academia e iniciativa privada, ampliando a discussão sobre os desafios e as oportunidades do uso da inteligência artificial no setor público. A proposta é consolidar um ambiente de cooperação e desenvolvimento de soluções inovadoras, alinhadas às diretrizes do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e às discussões legislativas em curso.




