
A servidora do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, Márcia Pereira da Mata, integrou a equipe que conquistou o 2º lugar no ClimatonBrasil 2026, hackathon promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.
O grupo desenvolveu o ClimaJusta – Prioridades para a proteção climática, uma solução que transforma dados públicos sobre mudanças climáticas em informações acessíveis para apoiar a tomada de decisões e a definição de prioridades.
A plataforma permite identificar territórios que demandam maior atenção e compreender os indicadores que levaram cada localidade a determinada classificação. A proposta foi pensada para aproximar cidadãos, gestores públicos e órgãos de controle, contribuindo para o planejamento de políticas públicas, ações preventivas e fiscalizações.
Realizado em agosto, o ClimatonBrasil reuniu 81 participantes, divididos em 15 equipes, com o desafio de transformar dados do Painel ClimaBrasil em soluções inovadoras para o enfrentamento das mudanças climáticas.
A participação de Márcia Pereira da Mata representa também a presença do TCE-MS em iniciativas que estimulam a inovação, o uso estratégico de dados e a colaboração entre instituições para aprimorar a gestão pública e fortalecer o controle externo.
O primeiro lugar ficou com o projeto ÉcoDados – Inteligência artificial para apoiar a decisão pública, enquanto o terceiro lugar foi conquistado pelo Sistema de Capacidade do Território (SCD).

ClimatonBrasil
O ClimatonBrasil 2026 é uma maratona de inovação (hackathon) promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Durante o evento, equipes multidisciplinares trabalham juntas para transformar os dados do Painel ClimaBrasil em soluções úteis para a sociedade.
O Painel reúne dados sobre a atuação de estados e capitais brasileiras na área climática, mostrando como os governos estão estruturando políticas de adaptação, mitigação, governança, financiamento e transparência climática.
As soluções desenvolvidas no hackathon podem contribuir para facilitar o acesso aos dados climáticos; acompanhar as ações dos governos; ampliar a transparência; apoiar decisões públicas; melhorar o monitoramento das políticas climáticas;ajudar a sociedade a acompanhar e cobrar resultados.




